domingo, 24 de julho de 2016

Far Cry

Far Cry: o nascimento de um clássico

O dia 23 de março de 2004 marcou o lançamento de Far Cry. Desenvolvido pela Crytek e publicado pela Ubisoft com a engine CryEngine, o título era exclusivo para Windows. A temática era de sobrevivência, mas com elementos de ficção científica. E o sucesso dele, surpreendentemente, foi estrondoso: mais de 730.000 cópias vendidas em quatro meses.
Primeiro Far Cry foi lançado só para PC, em 2004 (Foto: Divulgação)
Primeiro Far Cry foi lançado só para PC em 2004. (Foto: Divulgação)
O protagonista do jogo era Jack Carver, um ex-fuzileiro naval norte-americano, que faz a segurança de uma jornalista, Valerie Constantine, em uma viagem a uma bela ilha tropical na Micronésia. Porém, um ataque misterioso ao seu barco faz com que os dois se acidentem e fiquem presos no arquipélago.

Lá, além de toda a luta pela sobrevivência em uma ilha, Carver precisa proteger Valerie de monstros criados por um cientista chamado Krieger. São criaturas que tiveram seus códigos genéticos modificados em experiências e que agora aterrorizavam quem passar pelos seus domínios.

O game era de tiro em primeira pessoa, e a jogabilidade dele foi a que originou o que se vê hoje. Usando um binóculo, o jogador podia marcar os inimigos. As armas eram muito variadas, e os cenários se modificavam, não somente com o passar do tempo - entre dia, tarde e noite -, mas também entre areia, grama e água.

Game tinha confrontos com mutantes (Foto: Divulgação)
O game apresentava confrontos com mutantes. (Foto: Divulgação)

O jogador poderia se mover de diversas formas: andando, correndo, agachado, nadando etc. Ele poderia ainda olhar para todas as direções, mirando ou não, além de escutar o que inimigos estavam planejando e para onde estavam se movendo. Outra característica mantida na série foi a dos mapas enormes.

O game não tinha um mundo tão aberto quanto o Far Cry 4 de hoje, mas já tinha os mapas que são chamados de sandbox. Ou seja, existem várias maneiras para o usuário alcançar um objetivo. Além disso, o título tinha três modos multiplayer competitivos. Foi um enorme sucesso e abriu caminho para uma sequência, mesmo que um longo tempo depois.

Far Cry 2: chegada aos consoles

Após o sucesso estrondoso de Far Cry, quatro anos se passaram até que em 21 de outubro de 2008 o game ganhou uma sequência. E, como de costume, a edição era totalmente diferente do antecessor em termos de enredo. A dinâmica, porém, tinha a mesma característica que havia dado certo, com algumas melhorias.

Far Cry 2 era mais realista e se passou na África (Foto: Divulgação)
Far Cry 2 era mais realista e se passou na África. (Foto: Divulgação)

A primeira delas foi o fim da parte de ficção científica. A história de Far Cry 2 focou no mundo real, com ambientação nas selvas e savanas africanas. O “mundo aberto”, que já muito elogiado, foi mantido, com uma área equivalente a 50km². Foram adicionados ainda mais sidequests e as ações do jogador passaram a influenciar diretamente nos ambientes.

A história era de uma guerra entre facções na África. O usuário deveria chegar ao negociante de armas, que fornecia material bélico para esses grupos, a fim de impedir que isso continuasse ocorrendo. Os caminhos eram inúmeros.

Outra mudança significativa - mas que foi exclusiva da versão - foi que o gamer podia escolher com qual personagem podia jogar. E a lista era grande: nove possíveis “heróis” – incluindo um brasileiro (naturalizado americano). Depois, quem não fosse escolhido, apareceria novamente no game, como “aliado” para ajudá-lo nas missões.

Quatro anos de espera valeram: gráficos ficaram muito melhores (Foto: Divulgação)
Quatro anos de espera valeram: os gráficos ficaram muito melhores. (Foto: Divulgação)

O multiplayer aumentou, ganhou mais um modo e passou a permitir até 16 gamers. Modificação necessária, já que Far Cry 2 foi lançado não somente para PC - como anteriormente na primeira edição - mas também para PS3 e Xbox 360. O game teve excelentes classificações da mídia especializada e manteve o sucesso da saga.

Far Cry 3: a obra-prima para consagrar a série

Nem sempre lançar um game por ano é a melhor estratégia para uma franquia. E Far Cry 3 provou isso. O título só ficou disponível depois de quatro anos do lançamento de Far Cry 2. Mesmo assim, a versão só gerou reações positivas dos jogadores e da mídia. Foi, para muitos, o melhor jogo de 2012. E, no geral, foi a obra-prima da série.

Em Far Cry 3, vilões viraram queridinhos da saga (Foto: Divulgação)
Em Far Cry 3, vilões viraram "queridinhos" da saga. (Foto: Divulgação)

Lançado para PC, PS3 e Xbox 360 em novembro de 2012, o game apresentou uma história com um ar de “saudosismo”, de Far Cry 1. Um americano, Jason Brody, vai a uma ilha que fica entre os oceanos Índico e Pacífico. Jason se perde, seus amigos são sequestrados e, então, ele é obrigado a lutar pela sua sobrevivência.

Vaas Montenegro, grande vilão do jogo - além de ser o personagem que aparece na capa do game - e comandante da parte norte da Ilha Rook foi quem raptou os amigos e matou o irmão de Jason. Eles se perderam após pularem de paraquedas na ilha, infestada de piratas. Então, o herói é iniciado em uma tribo, recebe tatuagens e é preparado para sua aventura.

O game mantém a jogabilidade dos anteriores, mas, segundo o diretor da história, Jason Vandenberghe, com uma grande melhoria: traz um mapa que é dez vezes maior do que os dos seus antecessores. Assim, é possível fazer uma infinidade de coisas tanto para concluir o modo história como para as missões extras.

Novos meios de transporte foram introduzidos em Far Cry 3 (Foto: Divulgação)
Os novos meios de transporte foram introduzidos em Far Cry 3. (Foto: Divulgação)

Os tiros, o manejamento de armas e os movimentos são os mesmos, porém, com alguns tweaks. Por exemplo: há mais veículos para controlar, animais para enfrentar e uma nova árvore de habilidade, para ma de craftse distribuir pontos de experiência, e sisteing, para criar suas armas e itens no game.

No multiplayer, além do editor de mapas e dos modos competitivos, estreia o modo cooperativo. Com a própria história e personagens, o game permite que se dispute partidas com dois ou quatro jogadores enfrentando inimigos controlados pela máquina.

Em janeiro de 2013, segundo dados do site VGChartz, o game já tinha vendido mais de 3 milhões de cópias. O marketing foi forte, as avaliações foram positivas e a edição ganhou diversos prêmios. Tudo isso serviu para aumentar o hype em torno do que viria pela frente.

Far Cry 4:

Far Cry 4 foi “criticado” por muita gente por ser “mais do mesmo”. Mas quem disse que isso é ruim? O título manteve a fórmula de sucesso de Far Cry 3, teve pequenas melhorias, um enredo envolvente, um modo cooperativo divertido, um multiplayer cheio de opções, além de gráficos feitos para os consoles de nova geração.

Vilão Pagan Min é a grande estrela de Far Cry 4 (Foto: Divulgação)
Vilão Pagan Min é a grande estrela de Far Cry 4. (Foto: Divulgação)

Sem falar no divertido vilão Pagan Min, rei de Kyrat, um vilarejo inspirado no Nepal, aos pés de um monte semelhante aos da região do Himalaia. Ele, inclusive, é o destaque da capa, além de ser o personagem mais querido pelos gamers, ao invés do herói, Ajay Ghale.

O objetivo, em Far Cry 4, é levar as cinzas da mãe de Ajay, que teve um caso com Pagan de volta para Kyrat, onde ela viveu. Para isso, ele precisa fazer muitas missões bem perigosas. Uma novidade é que o jogador também pode tomar decisões que influenciam na história.

Ajay tem dois aliados principais: Amita e Sabal, líderes do grupo Caminho Dourado, os rebeldes que lutam contra a ditadura de Pagan. A cada missão chave da história, Amita e Sabal propõem diferentes modos de agir. Ajay, então, precisa definir qual seguir, o que afeta não só o modo como o enredo se desenvolve como a relação com os amigos.

Confrontos com animais estão ainda mais intensos em Far Cry 4 (Foto: Divulgação)
Os confrontos com animais estão ainda mais intensos em Far Cry 4. (Foto: Divulgação)

O game tem ainda mais veículos (até elefantes podem ser usados para andar de um local para o outro). Além disso, armas, possibilidades de customização (você tem até a sua própria casa), os itens colecionáveis e sidequests são ainda mais variados e difíceis. Os gráficos também apresentam um trabalho excepcional.

Pela primeira vez disponível para PS4 e Xbox One, o game é muito bem feito para os consoles da nova geração e para PC. No PS3 no Xbox 360, a qualidade, claro, cai um pouco. Mas não tem como não gostar de Far Cry 4. O título não causou o mesmo impacto de Far Cry 3, mas manteve o nome da franquia em alta.

Far Cry 5: Primal

Não há jogo de videogame que consiga traduzir tão bem a experiência de viver no Período Mesolítico como Far Cry Primal. Tribos lutam pela sobrevivência contra clãs canibais nas estradas de terra, enquanto tigres dente-de-sabre, leões das cavernas, mamutes e ursos-pardos ameaçam os habitantes nas densas florestas de Oros.

Far Cry Primal: confira a análise do novo jogo de ação em primeira pessoa (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: confira a análise do novo jogo de ação em primeira pessoa (Foto: Reprodução/Victo Teixeira)

A experiência pré-histórica é engrandecida por personagens e diálogos construídos em um idioma de época, indecifrável nos dias de hoje. A sensação de estar presente em um mundo sem regras é realçada quando Takkar, o protagonista da jornada, é jogado em Oros para melhorar seus utensílios de guerra e fazer o que bem entender.

Diferentemente dos outros jogos da franquia, Far Cry Primal pouco se aprofunda na narrativa. O título vai direto ao ponto e deixa o jogador livre no meio da selva. A premissa é simples –Takkar deve recrutar novos combatentes para fortalecer o exército de Wenjas, cujo objetivo é exterminar os líderes das tribos rivais Udam e Izila.

Embora a campanha seja consistente, composta por cenas memoráveis, o mesmo não pode ser dito dos vilões, que pouco acrescentam no contexto geral da trama. Um antagonista com personalidade realmente faz falta em Far Cry Primal, como as atuações impecáveis de Vaas Montenegro e Pagan Min em Far Cry 3 e Far Cry 4.

Far Cry Primal: a Terra de Oros é uma região hostil que não perdoa os fracos (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: a Terra de Oros é uma região hostil que não perdoa os fracos (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Os diálogos, perfeitamente adaptados ao nosso idioma, são breves e diretos, pois o game quer que o jogador descubra os segredos na base da exploração. No entanto, explorar não é tão simples, já que Oros é um mundo dinâmico em que coisas acontecem ao redor o tempo todo. Animais caçam suas presas, canibais cometem massacres coletivos por um mero pedaço de carne e eventos enigmáticos mistificam tundras e cavernas.

O mapa de Far Cry Primal é relativamente grande, porém menor em comparação a Far Cry 4, por exemplo. Isso porque na maior parte do tempo será necessário andar a pé para concluir as dezenas de missões e atividades paralelas que acontecem em tempo real. Ainda que seja possível montar em animais em pontos mais avançados da história, caminhar é a melhor maneira de explorar e coletar matéria-prima.

Temos que domar

Mesmo com a mudança radical de temática, do Himalaia de Far Cry 4 para a Idade da Pedra, Primal mantém intacta a essência da série Far Cry. Não se engane, ainda será preciso dominar postos avançados inimigos e tomar piras – que substituem as torres de comunicação dos jogos anteriores – para desbloquear novos pontos de viagem rápida

Far Cry Primal: caçar animais e coletar matéria-prima são tarefas essenciais para sobreviver (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: caçar animais e coletar matéria-prima são tarefas essenciais para sobreviver (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Esfolar animais também continua como uma necessidade, o sistema de criar armas e itens está muito mais robusto nesta versão. Takkar precisa criar arcos, tacapes, lanças e bombas de abelha com seus próprios materiais coletados, ou seja, nenhum armamento é comprado ou concedido sem custos.

O ponto negativo é que há poucas opções de armas para serem arquitetadas por meio do sistema de criação. O combate, às vezes, aparenta ser limitado pela pouca variedade de armamentos à disposição, e faz com que seja preciso atuar na maior parte do tempo com o mesmo arsenal.

Primal é, acima de tudo, um jogo de sobrevivência. Se o jogador matar um inimigo com uma lança ou flecha, por exemplo, será preciso buscar o acessório no corpo do oponente abatido para não desperdiçar munição.

Está sentindo frio? Então procure abrigo e faça uma fogueira para se aquecer. Se machucou durante um embate direto contra tribos rivais e não tem carne crua para restaurar o medidor de saúde? Vá à caça. A sobrevivência vai depender unicamente da capacidade de caçar com eficácia e gerenciar recursos.

Far Cry Primal: sistema de criação de armas e itens está muito mais robusto e complexo (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: sistema de criação de armas e itens está muito mais robusto e complexo (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

O sistema de domesticar feras é a mudança mais notável de Far Cry Primal. São dezenas de animais domáveis entre caninos, felinos e predadores, que podem ser usados como parceiros de batalha e meio de transporte. A funcionalidade de transformar os animais em aliados consegue renovar a mecânica de combate moldada desde Far Cry 2, o que garante uma camada extra de complexidade ao gameplay.

No melhor estilo Pokémon, Takkar é capaz de usar a fera para combater animais e guerreiros específicos a partir de comandos únicos de ataque, mas antes precisa tornar o animal dócil com o auxílio dos poderes sobrenaturais aprendidos com o Mestre das Feras. Caso o seu bicho de estimação morra, é possível curá-lo com carne ou revivê-lo a qualquer momento pelo menu.

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Outra novidade bem-vinda é o recurso de construção de vilas. A vila Wenja serve como um refúgio seguro para os membros da tribo. À vista disso, Takkar deve fortificar as ocas para desbloquear habilidades e armas inéditas. Os mesmos materiais para criação de armas são usados para a confecção de novas ocas, porém as moradias consomem muito mais matéria-prima.

Far Cry Primal: sistema de domar animais dinamiza o gameplay (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: sistema de domar animais dinamiza o gameplay (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Por ter o clima dinâmico, a Terra de Oros eleva o nível de desafio das criaturas selvagens quando o sol se põe. Os perigos do período noturno testam todas as habilidades de sobrevivência do jogador, já que a visibilidade é baixa e há mais predadores caçando.

O sentimento de fragilidade durante a noite é intenso e desesperador, pois é preciso atear fogo às armas a todo momento para conseguir enxergar. O problema é que, cada vez que uma tocha é usada, uma unidade de gordura animal é consumida, ou seja, sempre há o risco de ficar sem luz no meio da mata fechada.

Beleza pré-histórica

Primal foi concebido com a mesma engine de Far Cry 4, mas o visual do novo jogo é muito mais convidativo. É impossível não ficar surpreso e de queixo caído com o incrível nível de detalhamento da densa vegetação que contorna o mundo aberto de Oros. Tundras, montanhas rochosas e florestas formam o ecossistema de Far Cry Primal.

Far Cry Primal: a Terra de Oros é um dos ambientes mais detalhados já vistos na nova geração (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Far Cry Primal: a Terra de Oros é um dos ambientes mais detalhados já vistos na nova geração (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Surpreendentemente, a fauna e flora da aventura pré-histórica não utilizam a base formada em Far Cry 3, muito pelo contrário. Aqui temos novas plantas, árvores e criaturas minuciosamente planejadas para fazerem parte de um universo singular.
Conclusão

Sem medo de ousar, Far Cry Primal reinventa conceitos estabelecidos pelos antecessores para oferecer uma aventura de mundo aberto com foco em sobrevivência. O jogo simplesmente acerta em tudo a que se propõe, mesmo com a história rasa e previsível. A Ubisoft comprova que a fórmula da franquia ainda é capaz de adaptar-se a qualquer ambiente, seja nas montanhas do Himalaia ou em florestas primitivas.

Fonte:http://www.techtudo.com.br/review/far-cry-primal.html
Fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/01/far-cry-confira-evolucao-da-famosa-franquia-de-jogo-de-tiro.html

sábado, 23 de julho de 2016

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Need for Speed é a popular série de jogos de corrida da Eletronic Arts que fez sucesso com dezenas de versões, lançadas para as mais diversas plataformas, passando por consoles, PCs, portáteis e até smartphones. A fim de relembrar os maiores sucessos da franquia? Confira os cinco títulos mais marcantes da série Need for Speed.

Need for Speed Underground Lançado em 2003, no rastro do sucesso de Velozes & Furiosos, o game trazia como seu maior diferencial a inspiração na cultura tuning, com direito a carros rebaixados, repletos de adesivos e pinturas coloridas e as chamativas luzes neon.
Com versões para PlayStation 2, Xbox, Game Cube e PC, Underground logo caiu no gosto dos fãs de velocidade, graças às suas riquíssimas opções de customização e da jogabilidade acessível e divertida que marcou a série.

Need for Speed Underground 2 Em 2004 a EA ainda lançou Need for Speed: Underground 2, continuação da série que seguia a mesma formula do primeiro game, e foi tão bem recebido quanto ele. A grande novidade era o mapa aberto, por onde os jogadores podiam vagar livremente com seus possantes, desafiando outros corredores.

Need for Speed: Hot Pursuit Lançado no distante 1998, o game chegou como o terceiro título da já bem estabelecida série de corrida da EA, com versões para PlayStation e PC e introduziu as emocionantes perseguições policiais, com direito a viaturas tunadas.
O sucesso do título inspirou um reboot do game, lançado em 2010. Desenvolvido pela Criterion (responsável por games como Burnout e Black), o jogo abusa de belos gráficos e mecânicas modernas, mas sem perder a vibe do clássico.

Need for Speed: Most Wanted Depois do sucesso esmagador de Underground, a EA precisava de uma continuação à altura, que veio na pele de Need for Speed: Most Wanted, lançado por PlayStation 2, Xbox, Game Cube, PC, Nintendo DS e Xbox 360.
Ainda abusando de carros com nitro, rodas enormes e neon, o game adicionou sequências de perseguição policial, listas de rivais a serem batidos e até partes destrutíveis nos cenários.

Fonte:http://www.techtudo.com.br/listas/noticia/2015/05/need-speed-conheca-os-cinco-jogos-que-marcaram-franquia.html


Need for Speed Underground

 Need for Speed Underground sétimo jogo de corrida da série Need for Speed e foi desenvolvido pela EA Black Box e publicado pela Electronic Arts em 2003.

Need for Speed foi inspirado no filme Velosos e Furiosos  Além disso, é o primeiro Need for Speed a possuir uma história, reiniciando a série, e trocava os carrões luxuosos tradicionais da série por carros ligados à tunagem. Tipos de Corridas[editar | editar código-fonte]
Circuit[editar | editar código-fonte]
Circuit é uma corrida padrão que compete com até quatro adversários em torno de uma pista de duas ou mais voltas, e é o principal modo de jogo. Enfrentando rivais, esse número é diminuído para 1.

Knockout Race[editar | editar código-fonte]
Uma variante do Circuit, no Knockout Mode o último colocado em cada volta é eliminado, até a última volta. No caso do Underground, Knockout Races têm um máximo de três voltas e quatro pilotos.

Sprint[editar | editar código-fonte]
Sprint é uma variação do Circuit, quando os concorrentes na corrida a um ponto-a-ponto, em vez de correr repetidamente o mesmo percurso. Estas corridas são normalmente mais curtas que os circuitos (com um máximo de 8 km de comprimento) e por isso os jogadores são obrigados a ser mais cautelosos de quaisquer erros durante a corrida.

Drag[editar | editar código-fonte]
Corrida de arrancada, a marcha do carro neste modo é manual, obrigatoriamente, o jogador deve trocá-las no tempo correto para não perder velocidade e/ou fundir o motor do automóvel.

Drift[editar | editar código-fonte]
Corrida no qual é necessário derrapar o carro para obter pontos. Quanto maior o ângulo de deslize e mais prolongado é o derrape, maior é a sua pontuação, na maioria dos casos não é preciso frear o automóvel, somente ao girar o volante ele por si próprio já faz a manobra pontuando.

Challenge Series[editar | editar código-fonte]
É uma série de corridas no qual, é somado os pontos dos jogadores à cada corrida. Geralmente são quatro corridas e podem ser dos modos Circuit, Knockout, Sprint, Drag ou Drift. Preferencialmente, o jogador tem que chegar em primeira posição em todas para concluir esse tipo de corrida.

Carros disponiveis
Dodge Neon (Ou Chrysler Neon)
Nissan Skyline GT-R V-Spec (R34)
Acura RSX Type S
Acura Integra Type R (Ou Honda Integra Type R)
Mazda RX-7
Mazda MX-5 Miata Roadster
Nissan 240SX SE (S13)
Nissan 350Z (Ou Fairlady Z)
Volkswagen Golf GTi
Honda Civic SI Coupé
Honda S2000
Toyota Celica GT-S
Hyundai Tiburon GT
Peugeot 206 GTi
Nissan Sentra SE-R Spec-V
Mitsubishi Lancer VII(Ou Lancer ES)
Mitsubishi Eclipse GSX
Subaru Impreza RS
Toyota Supra
Ford Focus SVT
Trilha sonora[editar | editar código-fonte]
Lil Jon & the Eastside Boyz - Get Low (5:34)
Overseer - Doomsday (3:13)
The Crystal Method - Born Too Slow (2:45)
Rancid - Out of Control (1:39)
Rob Zombie - Two-Lane Blacktop (2:54)
BT - Kimosabe (4:55)
Static-X - The Only (2:51)
Element Eighty - Broken Promises (3:16)
Asian Dub Foundation - Fortress Europe (3:51)
Hotwire - Invisible (2:52)
Story of the Year - And the Hero Will Drown (3:12)
Andy Hunter - The Wonders of You (7:09)
Junkie XL - Action Radius (3:54)
Fuel - Quarter (3:39)
Jerk - Sucked In (2:52)
Fluke - Snapshot (3:59)
Lostprophets - Ride (3:40)
Overseer - Supermoves (4:46)
FC Kahuna - Glitterball (5:43)
Blindside - Swallow (2:24)
Mystikal - Smashing the Gas (Get Faster) (3:09)
Dilated Peoples - Who's Who (3:55)
Nate Dogg - Keep It Coming (4:18)
X-ecutioners - Body Rock (3:36)
Petey Pablo - Need For Speed (3:32)
T.I. - 24's (4:06)

O jogo teve boas vendas, vendendo mais de 1 milhão de cópias.
Os críticos também gostaram do jogo, apesar de queixas repetitivas como: faixas primárias, o uso excessivo de tráfego aleatório e a falta de um recurso on-line nas versões Xbox e GameCube.
Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Need_for_Speed:_Underground

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